Curitiba - As organizações não-governamentais (ONGs) Terra de Direitos e Justiça Global, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e a Comissão Pastoral da Terra (CPT) aguardam um posicionamento da Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização do Estados Americanos (OEA) sobre o pedido de interferência do órgão na reabertura do processo que investigou a morte do sem-terra Antônio Tavares Pereira em um confronto com a PM em 1º de maio de 2000. O inquérito foi arquivado pela Justiça Militar e a ação penal aberta na Justiça comum foi extinta pelo Tribunal de Justiça (TJ) em 2 de maio de 2003. Segundo o coordenador da Terra de Direitos, Leandro Franklin, a OEA está avaliando se instaura ou não uma ação. Em caso afirmativo, poderá interferir junto ao governo brasileiro para que a família do sem-terra seja indenizada.(A.L.)

mockup