Ancara, 02 (AE-ANSA) - O líder do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), Abdullah Ocalan, foi despertado por seus carcereiros e levado para fora da prisão insular de Imrali, no Mar de Marmara, durante o terremoto que atingiu a Turquia em 17 de agosto, informou hoje (02) o jornal turco Hurriyet.
O diário opinou que "se os serviços secretos turcos quisessem matar Ocalan, o terremoto teria sido a ocasião perfeita". Para o Hurriyet, "de agora em diante ninguém poderá duvidar da legalidade do governo turco".
Em um primeiro momento, as autoridades não permitiram a divulgação de notícias sobre a sorte do líder do PKK. Apenas depois de dois dias foi possível conferir que ele estava vivo e que a prisão, localizada próxima ao epicentro do terremoto, não havia sofrido graves danos.
Segundo o último balanço oficial, o terremoto de 7,8 graus na escala Richter causou a morte de 14.559 mortos e 24.093 feridos.

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