Obras terão início imediato
Obras terão início imediato
Entre as obras consideradas emergenciais, que terão início imediato, estão aquelas previstas para as rodovias com maior volume de tráfego e grande número de acidentes. Um exemplo é a Serra do Cadeado, que terá a sua extensão de 44 quilômetros duplicada. Também foram priorizadas as duplicações em estradas de peso econômico regional, como o trecho de 28 quilômetros da PR-151, entre Castro e Piraí do Sul, que atende toda a região e trata-se de uma importante ligação para São Paulo e o Norte Pioneiro.
Até 2002 as concessionárias ainda precisam duplicar 3 quilômetros entre Ibiporã e Jataizinho, 22 entre Maringá e Floresta, 9 entre Iguatemi e Maringá, 37 entre Santa Terezinha do Itaipu e Medianeira, 9 entre Cascavel e Santa Tereza e 56 entre Apucarana e Mauá da Serra. O lote 4, da Caminhos do Paraná, é o único que a princípio não irá fazer nenhuma duplicação. Entre trechos restaurados e duplicados, as concessionárias devem investir R$ 707 milhões até 2002.
Em todos os lotes serão realizados trabalhos de recuperação da pista. As prioridades foram definidas em função das condições de tráfego de cada um dos trechos. As principais restaurações acontecem nas rodovias BR-369 (Viapar), com 219 quilômetros; BR-277 (Rodovia das Cataratas), com 196 quilômetros; BRs-277, 376 e PR-151 (Rodonorte), com 142 quilômetros; e BRs-277 e 373 (Caminhos do Paraná), com 118 quilômetros.
Nos 20 meses em que as empresas não realizam nenhuma obra, já eram para estar duplicados 200 quilômetros de estradas. Os investimentos que deixaram de ser realizados durante esse tempo, segundo o secretário Heinz, devem ser recuperados ao longo dos próximos 22 anos. Com a retomada das obras o governo
estima que devem ser gerados 8 mil novos empregos no Paraná.
Os 242 quilômetros que devem ser duplicados nesta primeira etapa representam um aumento de 45% no total de rodovias já duplicadas no Estado. Hoje as estradas com pista dupla estão em 543 quilômetros da malha rodoviária paranaense.
Heinz também anunciou a criação de seis comissões de fiscalização, que estarão acompanhando o andamento das obras das seis concessionárias. Desta vez as empresas vão ficar fora das comissões, de forma que o trabalho seja isento de qualquer interferência por parte das concessionárias. A comissão montada há dois anos, quando o governo lançou o programa, não chegou a reunir-se uma único só vez.(G.F.)





