DivulgaçãoDestruiçãoPonte sobre o Rio Canelinha caiu e agora moradores usam passarelaA falta de recursos e a negligência põem a perder obras que já haviam controlado focos erosivos. Um exemplo disso são os emissários que despejam no interior do Bosque do Índio a água das chuvas coletada no centro da cidade. A erosão desenterrou mais de 50 metros de galerias dentro do bosque. Parte da estrutura, com toneladas de concreto e ferro, ficou alguns meses suspensa no ar até desabar. Para brecar a destruição, agora a prefeitura colocou suportes de ferro sob a estrutura que não caiu.
A erosão próxima à Avenida Parigot de Souza também se agravou por falta de manutenção. Um dos tubos da galeria saiu do lugar e as águas corroeram o solo que sustenava uma caixa de retenção. A caixa, construída com 200 metros cúbicos de concreto - material suficiente para fazer um prédio de dois andares - foi arrastada pela enxurrada e com ela toda a tubulação e toneladas de terra. Na época, prefeitura e a Suceam (agora Suderhsa) gastaram mais de R$ 500 mil para controlar a voçoroca.
Na Rua nº 1, perto da Avenida Parigot de Souza, a empreiteira que constrói rede de esgotos domésticos para a Sanepar quebrou a tubulação de águas pluviais para aterrar as manilhas de esgoto. O buraco permanece aberto e na Sanepar ninguém sabe informar quem seria o responsável pelo ‘‘serviço’’. A destruição da galeria fará a erosão aumentar novamente.

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