Obra de Vila Olímpica esta parada
Ossamu KandaÁrea destinada a centro esportivo é usada para aulas de moto-escolaApesar do apoio ao esporte de base e a estrutura que a cidade oferece, faltam condições para investir na melhoria das praças esportivas. No início do ano, o Instituto Nacional do Desenvolvimento Esportivo (Indesp), ligado ao Ministério do Esporte, garantiu o repasse de R$ 300 mil para concluir parte da Vila Olímpica de Maringá e outros R$ 50 mil para reativar a piscina do Centro Esportivo do Jardim Alvorada. Uma dívida de R$ 600 mil da prefeitura de Maringá com o INSS e o programa Probase impediram a liberação dos recursos.
Sem o dinheiro, a obra, que está parada há seis anos, continua servindo para abrigar circos que se apresentam na cidade ou como pista de treinamento de moto-escolas. Duas canchas esportivas estão praticamente destruídas, sem traves e refletores, dobrados até o chão. A pista de atletismo não tem condições de uso por causa do trânsito de veículos. A área tem cerca de 150 mil metros quadrados e fica entre o Ginásio de Esportes Chico Neto e o Estádio Willie Davids.
O projeto inicial, que começou a ser implantado em 1992 e parou um ano depois por falta de recursos, previa a construção de quadras poliesportivas e alojamentos para atletas. Mas a meta era construir no local
uma pista de atletismo, piscinas e quadras cobertas, pavilhão para ginástica, quadras de tênis e alojamento entre o Willie Davids e o Chico Neto. O local chegou a ganhar uma central de merendas, que produzia a merenda escolar da rede pública e servia de refeitóri durante as competições. Hoje, o prédio abriga a delegacia de Polícia Federal e a merenda foi descentralizada. (M.Z.)

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