Objetivo é adequar município a política nacional
Londrina - Na avaliação do coordenador Leopoldo Fiewski, por envolver soluções quanto à coleta, tratamento e destinação final dos resíduos, a PPP vai adequar o município de Maringá à política nacional de resíduos sólidos. Atualmente, a coleta convencional é municipalizada. Como a cidade não tem um serviço de tratamento do lixo, o descarte é direcionado para um aterro controlado por uma empresa terceirizada, cujo contrato com a prefeitura termina no ano que vem. E a coletiva seletiva, feita por cooperativas de recicláveis, não é abrangente, segundo Fiewski.
"O projeto da PPP é uma solução para melhorar o serviço da coleta tradicional. Hoje, não conseguimos sequer preencher as vagas abertas em concurso para o exercício da função e nossos caminhões estão velhos. Com a parceria, liberamos as forças de trabalho para fazer a coleta seletiva, ampliando esse serviço, que hoje é feito pelos cooperados. E a usina de tratamento biomecânico vai estimular o aproveitamento energético do lixo, já que por lei municipal não podemos usar qualquer mecanismo de incineração. A ideia é aterrar só o rejeito", explica.
A FOLHA não conseguiu falar ontem com o procurador do Ministério Público do Trabalho (MPT) Fábio Alcure, que assina a nota pública pelo órgão. (D.P.)





