As organizações de trabalhadores da Espanha convocaram manifestações em todo o país, com o pano de fundo da crítica a uma proposta do Governo para reformar o subsídio ao desemprego e a possibilidade de uma greve geral.
Enquanto isso, os dois maiores sindicatos sérvios exigiram durante a manifestação em Belgrado a criação de empregos e aumentos salariais, mostrando seu descontentamento com o atual processo de transição.
No Reino Unido, cerca de 6.000 policiais se encarregam manter a segurança nas ruas de Londres, onde houve uma grande manifestação contra o capitalismo.
Milhares de indonésios se manifestaram em Jacarta para exigir do Governo o complemento da reforma trabalhista e pedir que o Primeiro de Maio seja declarado feriado.
Cerca de 7.0000 tailandeses se manifestaram em Bangcoc para condenar a corrupção e o programa de privatização das empresas públicas empreendido pelo Governo, e por volta de mil cambojanos em Phnom Penh exigiram aumentos salariais e uma redução das horas de trabalho.
No Vaticano, o Papa João Paulo II dedicou ao trabalho o discurso habitual das quartas-feiras e destacou os efeitos virtuosos do trabalho e sua capacidade de tornar ‘‘o homem mais homem’’, porque ‘‘o trabalho é uma virtude’’.

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