‘‘Conheço a Neuma praticamente desde criança porque cheguei na Mangueira com 13 anos. Ela era uma mangueirense de 80 costados que respirou a escola a vida inteira. Era muito importante pela dinâmica e pelo carisma e será uma perda irreparável.’’Nelson Sargento, compositor, mangueirense
‘‘Eu a conheci nos anos 40, quando fui levado para a Mangueira pelo Nelson Cavaquinho e me apaixonei por tudo. Ela é mais uma estrela da escola que se apaga. Felizmente ainda temos dona Zica (viúva de Cartola).’’ Guilherme de Brito, compositor
‘‘Mulheres como ela e a Zica, na Mangueira, a Paula, no Salgueiro e como foi a Vicentina, na Portela, são o esteio do samba. Mas a Neuma também era alfabetizadora, uma das memórias do samba e dedicou a vida inteira a essa causa. Vai deixar uma lacuna.’’ Beth Carvalho, cantora
‘‘O espírito comunitário que é a grande força da escola de samba e da comunidade da Mangueira é obra de dona Neuma. Ela era chamada de eminência parda do morro porque nada se decidia sem ela, que atendia a todos. Tinha mais de 80 afilhados e todos viviam pela casa dela.’’ Sérgio Cabral, jornalista e escritor
‘‘É uma perda muito grande para a Mangueira. As mulheres sempre tiveram liderança nas escolas de samba e a história dela é uma parte da história da Mangueira.’’Rosa Magalhães, carnavalesca da Imperatriz Leopoldinense

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