Ao receber a notícia de que o filho tem síndrome de Down, o primeiro momento pode ser de susto, que o que poderia ser um problema rapidamente se torna bênção. ''Crianças especiais só estão nas famílias também especiais. Elas são um presente de Deus'', afirma a dona de casa Creusa Maria Cardoso Cordeiro, de 46 anos, mãe de Matheus Cardoso Cordeiro, de 5 anos.
Creusa conta que a síndrome de Down do filho ''foi uma surpresa''. ''Não tinha nem noção do que era. Via crianças com olhos 'puxadinhos' mas nem sabia que o nome era Down. Então, o médico me explicou que não era uma doença, e que meu filho iria andar, falar, e fazer tudo o que as outras crianças fazem'', lembra. Hoje, ele já está na escola aprendendo a ler e escrever.
Mãe de quatro filhos, a dona de casa Nilza Ferreira, de 38 anos, não se surpreendeu quando a pequena Júlia Vitória dos Santos nasceu e foi diagnosticada a síndrome de Down. A única preocupação foi saber se a menina poderia falar e andar normalmente.
Hoje, Júlia faz todas as terapias de que precisa: fisioterapia, fonoaudiologia e terapia ocupacional. ''Com ela não tem tristeza, ela é uma bênção lá em casa''. (C.P.)

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