O QUE FOI DITO SOBRE O CASO
Comentários feitos pelo secretário de Segurança Pública, José Tavares, e pelo governador do Estado, Jaime Lerner, sobre a ação da Polícia Militar que resultou na morte do sem-terra, no dia 2 de maio:
- Toda a responsabilidade (pela atuação policial na repressão à marcha dos sem-terra) é minha. Não podemos conviver com a baderna.
Secretário de Segurança, José Tavares, na terça-feira, 2 de maio, dia do conflito
- Fui testemunha (da operação policial). Não houve excessos.
Tavares, no mesmo dia
- Agimos de forma preventiva.
José Tavares
- A orientação foi para (a polícia) agir com serenidade, mas havia o interesse (dos sem-terra) de criar o conflito, o que levou à reação. Tivemos que reagir para evitar a baderna.
Governador Jaime Lerner, no dia do conflito
- É conversa boba. Vocês não podem esquecer que ele foi constituinte e é um homem que tem respeito na área dos direitos humanos.
Lerner, em 5 de maio, ao comentar os boatos de que o secretário José Tavares seria demitido
- O respeito e a ordem vão prevalecer sempre em nosso Estado.
Lerner, no mesmo dia





