Brasília, 13 (AE) - As principais pendências que ficaram para a convocação extraordinária do Congresso em janeiro: - Reforma Tributária - Apesar das intensas negociações, a comissão tripartite criada pelo governo não obteve acordo em torno da emenda. O novo empecilho é a proposta do governo para solucionar os tributos federais, rejeitada pela comissão especial da Câmara. - Reforma do Judiciário - Os partidos da bancada governista não conseguiram chegar ao consenso sobre as alterações necessárias no substitutivo apresentado na comissão especial. Os partidos de oposição abandonaram as negociações. - Contribuição previdenciária dos servidores inativos e aumento do recolhimento dos funcionários em exercício do cargo - Derrubada pelo Supremo Trinbunal Federal (STF), a contribuição dos inativos caminha a passos lentos em comissão especial da Câmara. É uma das medidas mais importantes do programa de ajuste fiscal do governo, que foi obrigado a encontrar receitas alternativas para cobrir o rombo criado pela decisão do Supremo. - Subteto do funcionalismo - A emenda que fixará os tetos dos salários do funcionalismo estadual e municipal também caminha devagar em comissão especial da Câmara. - Emenda da Saúde - A emenda que vincula os recursos orçamentários da União, dos Estados e municípios para o custeio do Sistema Único de Saúde (SUS) ainda é motivo de briga na Câmara. Sem acordo entre os partidos, teve sua votação adiada. - Lei de Responsabilidade Fiscal - O governo conseguiu modificar o parecer do relator e o projeto deve passar na convocação. - Orçamento e Plano Plurianual de Investimentos (PPA) - Depois da briga entre os partidos aliados ao governo pelo comando da discussão, Orçamento e PPA foram prejudicados por causa da demora na liberação das emendas dos parlamentares, que anteciparam o recesso.

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