Rolândia - Uma plantonista ouvido pela FOLHA lembrou que o primeiro corte no repasse ocorreu em abril e diminui a verba para a UTI em torno de 20%. Antes disso, a médica confirmou que os repasses eram enviados integralmente, mesmo assim, o setor passou por sucateamento nos últimos anos sem a compra de equipamentos e contratação de profissionais, o que diminui a ocupação da UTI. "Chegamos a atender 400 pacientes entre 2012 e 2013, mas o número de atendimento caiu para 160 no ano passado", recordou a profissional, que pediu para não ser identificada.
De acordo com ela, a situação dos profissionais sem pagamentos há meses ficou insustentável. "Estamos pedindo a regularização de pelo menos um mês, pois cuidamos dos pacientes com amor e lamentamos o fechamento da UTI com prejuízo para outros hospitais da região. O maior problema é trabalhar sem expectativa de melhorias. Agora, esperamos a união de forças entre município e Estado", desabafou. (R.F.)

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