O pouco torna-se muito
O pouco torna-se muito
Reunião da Rede da Qualidade com o pessoal da Sercomtel, para tratar da campanha da cesta básicaO fotógrafo Mário Cesar Costa, o Marinho, foi quem teve a idéia de propor que cada funcionário doasse um ticket por mês, para a compra de alimentos que seriam distribuídos a instituições voltadas para a assistência social.
Tive a idéia, inspirado na Campanha do Agasalho, dos funcionários da Sercomtel, lembra Marinho. Ele perguntou ao pessoal da Sercomtel como tinham arrecadado o dinheiro, com o qual compraram sete mil cobertores que foram doados ao Provopar. O fotógrafo trouxe a sugestão para a Rede da Qualidade, que a apoiou. Começaram com a cesta básica para as crianças, porque outubro é o mês da criança.
Como estamos começando, tivemos ajuda da Secretaria de Ação Social da Prefeitura, explica. Ele conta que resolveram doar leite para as crianças da creche do Jardim Marabá, porque elas estavam tomando chá: Não tinha leite nenhum na creche. A ajuda será estendida também a outras entidades. Marinho espera sugestões e participação de maior número de funcionários da Folha.
Isto é necessário, porque a Folha, devido àquela iniciativa, já foi convidada a participar da Grande Campanha de Natal, deste ano, na qual a Sercomtel vai comprar brinquedos, e outras entidades comprarão cestas básicas. A Ação Social novamente apoiará a iniciativa. Como tem dinheiro em caixa, a associação dos funcionários da empresa telefônica municipal pretende comprar da Caixa Econômica Federal brinquedos estrangeiros, apreendidos por terem sido trsazidos ilegalmente ao Brasil.
A Folha foi a primeira empresa a procurar a Sercomtel para fazer o mesmo tipo de trabalho solidário. Não adianta esperar que só o governo faça alguma coisa. Se esperar, pessoas podem morrer enquanto esperam. Na verdade, o que cada um dá é pouco, mas o pouco se transforma em muito quando as pessoas se unem, conclui Mário Cesar.





