O perigo das câmaras de bronzeamento
PUBLICAÇÃO
quinta-feira, 06 de agosto de 2009
Agência Graffo 
Durante encontro de um grupo de 20 especialistas de nove países, reunidos em Lyon, na França, os raios UVA das cabines de bronzeamento foram classificados como cancerígenos.
Os raios UVA artificiais de lâmpadas de bronzeamento passam do nível 2 - onde estão classificados os raios solares ultravioletas - para o nível 1 (cancerígeno). A análise do Centro Internacional de Investigação sobre o Câncer (Circ), órgão vinculado à Organização Mundial de Saúde (OMS), conclui que, quando a exposição aos raios UVA artificiais começa antes dos 30 anos de idade, o risco de melanoma (a forma mais agressiva do câncer de pele) aumenta em 75%.
O câncer de pele é o mais incidente no Brasil, com mais de 115 mil novos casos de não-melanoma em 2008 e quase 6.000 casos do tipo melanoma, segundo dados do Inca (Instituto Nacional de Câncer). O principal fator de risco para o câncer de pele é a exposição ao sol.
Pessoas de pele branca, olhos e cabelos claros e que tenham sardas ou mais de 50 pintas espalhadas pelo corpo são mais vulneráveis. O uso de filtros solares e a menor exposição ao sol no horário de maior risco (entre 10h e 16h) reduzem as chances de câncer.


