Du­ran­te en­con­tro de um gru­po de 20 es­pe­cia­lis­tas de no­ve paí­ses, reu­ni­dos em ­Lyon, na Fran­ça, os ­raios UVA das ca­bi­nes de bron­zea­men­to fo­ram clas­si­fi­ca­dos co­mo can­ce­rí­ge­nos.
  Os ­raios UVA ar­ti­fi­ciais de lâm­pa­das de bron­zea­men­to pas­sam do ní­vel 2 - on­de es­tão clas­si­fi­ca­dos os ­raios so­la­res ul­tra­vio­le­tas - pa­ra o ní­vel 1 (can­ce­rí­ge­no). A aná­li­se do Cen­tro In­ter­na­cio­nal de In­ves­ti­ga­ção so­bre o Cân­cer (­Circ), ór­gão vin­cu­la­do à Or­ga­ni­za­ção Mun­dial de Saú­de (OMS), con­clui que, quan­do a ex­po­si­ção aos ­raios UVA ar­ti­fi­ciais co­me­ça an­tes dos 30 ­anos de ida­de, o ris­co de me­la­no­ma (a for­ma ­mais agres­si­va do cân­cer de pe­le) au­men­ta em 75%.
  O cân­cer de pe­le é o ­mais in­ci­den­te no Bra­sil, com ­mais de 115 mil no­vos ca­sos de não-me­la­no­ma em 2008 e qua­se 6.000 ca­sos do ti­po me­la­no­ma, se­gun­do da­dos do In­ca (Ins­ti­tu­to Na­cio­nal de Cân­cer). O prin­ci­pal fa­tor de ris­co pa­ra o cân­cer de pe­le é a ex­po­si­ção ao sol.
  Pes­soas de pe­le bran­ca, ­olhos e ca­be­los cla­ros e que te­nham sar­das ou ­mais de 50 pin­tas es­pa­lha­das pe­lo cor­po são ­mais vul­ne­rá­veis. O uso de fil­tros so­la­res e a me­nor ex­po­si­ção ao sol no ho­rá­rio de ­maior ris­co (en­tre 10h e 16h) re­du­zem as chan­ces de cân­cer.

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