'O esforço será recompensado'
As alunas do Colégio Adventista de Londrina Letícia Batista Bayer, de 16 anos, Rafaela Barros de Figueiredo, de 17, e Mayara Paiva Santana, de 16, tiveram de esperar cinco horas para iniciar a prova do Enem. Candidatas ao curso de Medicina, precisaram de muita força de vontade e concentração para aguentar todo o período. Porém, muito convictas do que querem no futuro, disseram que a experiência foi tranquila.
Rafaela e Mayara, que estão no terceiro ano do ensino médio, tiveram a preocupação de fazer a prova no ano passado, ainda que não valesse como pontuação. "Com a experiência do ano passado, já tive uma ideia de como seria. Na sala, não pudemos ler, ouvir música ou conversar o tempo todo. Aproveitei para exercitar a fé, sabendo que aquele esforço será recompensado", diz Rafaela.
Já Leticia conta que o nervosismo deste ano foi maior do que em 2012. "Da outra vez era apenas um teste. Agora foi para valer. Fiquei mais nervosa por isso do que pelo tempo de espera." Assim como as duas, Mayara fez a prova como treineira e esperou cinco horas para começar o teste. "Quando acreditamos em algo e sabemos que é para o nosso bem, torna-se fácil. Sei que Deus espera e aprova minha atitude."
A prova do Enem foi somente um pequeno obstáculo, pois elas sabem que outras situações virão. "Médicos têm uma rotina de plantões. Mas tenho a certeza que vai dar tudo certo, pois conheço vários profissionais que conseguiram driblar a questão", afirma Mayara. (M.T.)





