O pedreiro Nilson Pântano, 45 anos, não vai esquecer tão cedo a violência com que o cão ‘‘Todi’’ atacou Carlos Eduardo de Carvalho. Pântano trabalhava em uma casa próxima ao terreno onde houve o ataque e foi supreeendido pelos gritos de pavor de Carlos Eduardo. Segundo ele, o Pit Bull mestiço só mordia a face do menor e arrastava a vítima.
‘‘O cachorro parecia um demônio que não gostava de criança’’, contou. Nilson Pântano desferiu várias pauladas no animal e só conteve o cão cerca de quatro minutos após o ataque. O animal ainda pulou em suas costas na tentativa de mordê-lo.
Sérgio Honório, de 27 anos, também presenciou o ataque e lembra que rezou para que o cachorro não pegasse a garaganta de Carlos Eduardo de Carvalho. ‘‘Foi um desespero só’’, comentou. Um morador do Jardim Boa Esperança, conhecido por ‘Gaúcho’, conseguiu golpear o animal e amarrá-lo em um toco. O cão só foi removido no final da manhã de terça-feira pelo Corpo de Bombeiros e levado ao HV.
O delegado do 4º Distrito Policial, Joaquim Antonio de Mello, é o responsável pelo inquérito que irá investigar o ataque ao garoto. (L.R.)

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