Nunca mais precisei de remédio
A estudante Sharon Cristine Ferreira de Souza, de 25 anos, citada no início dessa reportagem, começou a praticar aikidô há quase sete meses, depois de passar por algumas sessões de shiatsu.
Ela conta que por causa das horas de estudo para o mestrado ficava muito sentada e passou a sofrer com dores na coluna. ''Eu estava muito mal e nem os anti-inflamatórios funcionavam mais. Não conseguia ficar sentada ou deitada e isso estava atrapalhando meus estudos'', lembra.
Com a massagem, ela já se sentiu melhor e foi convidada para conhecer o aikidô. ''Assisti um treino e comecei a praticar'', diz. Ao longo do tempo, e com o fortalecimento da região lombar e do abdome, as dores sumiram. ''Nunca mais precisei tomar remédio. E como não tenho mais dor, durmo melhor e isso melhorou meu descanso e minha concentração'', afirma. Agora, mesmo com o fim do mestrado, ela não pensa em parar o aikidô, até porque ela vai precisar de mais 'descanso' já que o plano é seguir para o doutorado.
Para a corretora de imóveis Josy Tamara Kutschenko, de 47 anos, o aikidô foi o alívio para uma depressão. Ela conheceu a prática através do filho, que passou a ficar mais organizado e menos agressivo com as aulas e ficou motivada também a treinar. ''Melhorou meu equilíbrio, minha agilidade, o autocontrole, a respiração e a percepção corporal. Hoje, o aikidô para mim é luz'', diz. (C.P.)





