Número de transplantes cresce 84% em dez anos
Entre 2003 e 2013, o número de transplantes realizados no País cresceu 84% - saltou de 12.722 para 23.457 no período. Houve ainda um aumento do número de doadores efetivos. Em 2008, foram pouco mais de 1,3 mil doadores e, neste ano, a estimativa é que chegue a 2,6 mil.
Segundo pesquisa feita pelo Sistema Nacional de Transplante, 55,7% dos familiares concordaram com a decisão da doação de órgãos - o dado sobre aceitação familiar passou a ser coletado no ano passado. O percentual está acima do registrado em países sul-americanos com alto número de transplantes, como Argentina (52,8%) e Chile (51,1%).
De acordo com o Ministério da Saúde, no primeiro semestre de 2014 foram realizadas 6,6 mil cirurgias de córnea e 3,7 mil de órgãos sólidos, como coração, fígado e rim.
Neste ano, a pasta lançou aplicativo que informa a família do usuário quando ele demonstra o desejo de ser doador de órgãos. Em 2012, o governo já havia feito parceria com o Facebook, permitindo que o internauta adicionasse a informação. Agora, familiares passam a ser notificados da iniciativa. A adesão pode ser feita por meio da fanpage do ministério e dará origem a um banco informal de doadores, a ser coletado pelo Sistema Nacional de Transplantes.
Mais de 70.000 pessoas no País esperam por um órgão. As listas são estipuladas por ordem cronológica ou em alguns casos, como o do fígado, pela gravidade da doença
A lei brasileira para doação de órgãos diz que é o familiar da pessoa que faleceu quem autoriza ou não, o que invalida qualquer documento que tenha sido assinado em vida sobre a autorização
O Programa Folha Cidadania é o desafio social da Folha de Londrina no combate ao analfabetismo funcional





