Brasília, 19 (AE) - Ainda no discurso de posse como ministro-chefe da Casa Civil, Pedro Parente anunciou que, na nova função, buscará maior eficiência administrativa, tendo sempre em vista que "este é um governo de alianças, com uma base de apoio política formada a partir de várias agremiações partidárias, com seus diferentes estatutos e modelos ideológicos". "Num regime como o nosso, uma aliança que permita sólida maioria (ao governo) é essencial à implementação do projeto de governo", afirmou. Parente voltou a rebater as críticas à política do governo e disse que "não existe nada mais democrático que o voto, e é ele que legitima o que está sendo feito hoje, e não a opinião de dois ou três doutos - se é que o são".

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