Brasília - As novas regras para criação de cursos de medicina no País vão garantir o "interesse público" da sociedade ao priorizar a expansão em cidades e regiões onde há baixa oferta de vagas e médicos em relação ao tamanho da população. O argumento é do ministro da Educação, Aloizio Mercadante, que defendeu a mudança na política de criação de cursos de medicina. Segundo ele, o "balcão de negócios" agora "está fechado".
A partir de agora, o governo federal vai determinar onde serão abertos novos cursos da graduação. Hoje, a demanda parte das instituições de ensino superior.
A pasta vai analisar os pedidos de abertura de curso de medicina que chegaram até o final de janeiro. Ao todo, 6.096 vagas aguardam análise do ministério. Dessas, 4.594 (75,3%) estão em novas escolas de medicina. As demais decorrem de pedido de aumento de vagas em cursos já existentes.

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