Notas
Notas
PF investiga mortes
em navio cipriota
Três filipinos morreram no porão de um navio cargueiro de bandeira cipriota na costa brasileira. As mortes aconteceram na sexta-feira passada e os corpos foram levados para Paranaguá, Litoral paranaense. A Marinha investiga a possibilidade de intoxicação por gases. A Polícia Federal também está investigando e não descarta a possibilidade de triplo homicídio. O cargueiro Maria A deixou o porto de Necochea, na Argentina, há dez dias, com 24 tripulantes, todos filipinos, e 9.000 toneladas de trigo com destino à Jordânia. Na manhã de sexta-feira, um tripulante que trabalhava no porão do navio passou mal e caiu da escada quando tentava deixar o local. Dois outros tripulantes desceram para ajudá-lo. Mais tarde os três foram encontrados mortos. O Instituto Médico Legal de Paranaguá deve divulgar os laudos sobre as mortes na próxima semana. O capitão de corveta José Reiser, responsável pelas investigações na Capitania dos Portos, diz que o depósito de tintas ficava no porão e que pode ter havido a formação de gases que teriam intoxicado as vítimas. Segundo o delegado da Polícia Federal Antonio Haidano, o porão não tinha manchas de sangue, mas há suspeita de estrangulamento. Sem os laudos da perícia qualquer conclusão é precipitada, diz. Os filipinos mortos são Jilmer Ortiz, Cyril Pabular e Ariel Castro.(Curitiba)
Autorizada extradição de
alemão acusado de fraude
O alemão Thomas Lothar Schmidt, acusado de fraude pela justiça da Alemanha, será extraditado, segundo decisão do Supremo Tribunal Federal. Uma nota oficial indicou que Schmidt havia cometido na Alemanha 67 fraudes, mas os juízes brasileiros só consideraram dez das acusações, alegando que as outras já haviam prescrito.Schmidt foi detido no dia 9 de julho de 1997 em Curitiba (PR). As autoridades não determinaram quando será realizada a extradição. (AFP)
Missionário holandês
consegue habeas-corpus
A juíza da 3ª Vara Federal do Espírito Santo, Maria Cláudia de Garcia Paula, concedeu no início da noite de ontem habeas-corpus em favor do holandês Winfridus Overbeek. Sua saída do Brasil, até a meia-noite de ontem, havia sido determinada pela Polícia Federal (PF), que o acusava de intromisssão em assuntos internos ao apoiar a luta dos tupiniquins e guaranis pela expansão de sua reserva em Aracruz, ES. (AE)





