NOTAS
Vacinação contra
a febre amarela
O governo deve intensificar a vacinação contra febre amarela nos Estados que fazem fronteira com a Bolívia. O noroeste de São Paulo deve ser incluído por ter ligação ferroviária com o país. A medida se deve ao registro de 63 casos na Bolívia no ano passado, a maioria deles em Santa Cruz de la Sierra, cidade próxima à fronteira com o Brasil. O governo brasileiro chegou a doar 500 mil doses de vacina contra febre amarela ao país em dezembro, para que fosse feito o bloqueio da doença em vacinação de emergência em Cáceres (MT), fronteira com a Bolívia. Hoje, haverá uma reunião do Ministério da Saúde com todos os Estados que fazem fronteira com a Bolívia, Acre, Rondônia, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. (AF)
Calor causou mortes em
hospital, indica laudo
Um laudo, divulgado ontem pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), aponta o excesso de calor como causa da morte de pacientes do hospital estadual Carlos Chagas, no Rio. No início do mês, pelo menos 17 idosos morreram em três dias no hospital. Segundo o médico Luiz Oswaldo Carneiro Rodrigues, da UFMG, quando o corpo não consegue eliminar o excesso de calor, esta incapacidade, chamada de hipertermia, pode levar a queda da pressão arterial e à morte. (AF)
Conflito entre kiriris
deixa 1 morto e 1 ferido
Um conflito entre facções da tribo Kiriri provocou a morte de um índio e deixou outro gravemente ferido, em Banzaê (sertão da Bahia). Segundo a Polícia Federal, o conflito ocorreu no final da tarde de anteontem, após uma discussão entre os índios Dionísio Kiriri e Antonio Domingues Andrade, morto a tiros e facadas. Durante o conflito, o índio Elias de Jesus da Hora foi ferido a pauladas e facadas. Encaminhado ao hospital João Alves, em Aracaju (SE), Elias da Hora permanecia em estado grave até a tarde de ontem. (AE)

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