A Interpol, a polícia internacional, destacou dois policiais, um do Rio e outro de Brasília, para irem à Costa Rica buscar a advogada Jorgina Maria Fernandes de Freitas, acusada de fraudar em US$ 120 milhões o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Jorgina teve a extradição concedida pela Justiça da Costa Rica na semana passada e desistiu de recorrer da sentença do juiz costarriquenho Geraldo Rojas. O procurador-geral do INSS, Weber Holanda, confirmou que ‘‘a expectativa do governo brasileiro é de que Jorgina chegue ao País nos próximos dias’’. Ontem o advogado de Jorgina no Rio, Felipe Amodeo, se reuniu com sua equipe para definir o que fará quando a fraudadora chegar ao País.
Vazamento de amônia
assusta em Cubatão

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