NOTAS
Queda no mar
O motorista de uma Kombi morreu e uma garota de quatros anos está desaparecida em consequência da queda de uma Kombi no mar, ontem à tarde, em Iguape, no litoral sul de São Paulo. O acidente aconteceu quando o veículo entrava na balsa que faria a travessia sentido Juréia-Iguape, por volta das 13 horas. Até o final da tarde, mergulhadores do Corpo de Bombeiros não haviam encontrado a criança. O corpo do motorista da Kombi, Jairo Alves, de 53 anos, foi resgatado minutos depois do acidente por bombeiros. A filha do motorista, Jaira de Aguiar Alves continuava desaparecida. Duas outras crianças que estavam na Kombi foram resgatadas com vida.
Gás de cozinha
O presidente Fernando Henrique Cardoso disse ontem, em seu programa semanal de rádio, que o preço do gás de cozinha para uso doméstico e industrial deverá ser reduzido com o funcionamento do gasoduto Brasil-Bolívia. O presidente lembrou que foram 30 anos de espera para o gasoduto sair do papel.
Rim ausente
A família da menor Lucimaria Feitosa Santos, 15 anos, vai encontrar-se hoje com representantes da Associação de Vítimas de Erros Médicos, no centro de São Paulo. Os pais da garota acusam o Hospital São Paulo, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), de ter extraído o rim direito da menina em 1988 sem informá-los. Na sexta-feira, a dona-de-casa Roberta Feitosa Santos, mãe da adolescente, prestará depoimento no 16º Distrito Policial, onde o caso foi registrado na semana passada.
Caso Jorgina
O desembargador aposentado Newton Dorestes Baptista, relator da ação penal no Tribunal de Justiça em que Jorgina Fernandes de Freitas foi condenada a 14 anos de prisão por formação de quadrilha e peculato, disse temer que em dois anos a fraudadora volte a fugir. ‘‘Se ela tiver de cumprir só 12 anos de prisão, poderá ter progressão de regime em dois anos, porque já terá cumprido um sexto da pena, ficando obrigada a comparecer ao presídio só para dormir’’.
Fumo louco
O Ministério da Agricultura fará uma avaliação do nível de nicotina em todo o fumo produzido no Brasil. A informação é do secretário de Defesa Agropecuário do Ministério da Agricultura, Ênio Marques. Até agora, o Ministério da Agricultura fazia somente a classificação do fumo pelo tamanho da folha e a sua posição na planta. A idéia de fazer uma classificação mais completa partiu da indústria e dos produtores brasileiros, preocupados com a possibilidade de queda no volume das exportações por causa de denúncias de que o Brasil estaria produzindo fumo com altíssimo teor de nicotina - o chamado fumo louco ou superfumo.

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