Notas
NOTAS
Xarope de AZT
RECIFE - Primeiro laboratório oficial do País a fabricar o AZT, o Laboratório Farmacêutico de Pernambuco (Lafepe) lançou o produto ontem em forma de xarope infantil, o Zidovudina, para uso de crianças aidéticas. A fabricação vai reduzir em 42% o gasto do Ministério da Saúde com a aquisição do medicamento, vendido pelo Lafepe a R$ 9,90 a unidade, contra R$ 17,00 - preço dos laboratórios privados. O Lafepe vai produzir este ano 30 mil unidades, o que é suficiente para atender as 3.624 crianças contaminadas pelo vírus HIV tratadas em hospitais públicos de todo o País. O diretor do Lafepe, Antonio Alves, ressaltou que o governo vai economizar R$ 213 mil somente até o fim do ano.
Amputação
BRASÍLIA - A amputação de clitóris, feita somente em tribos africanas, acabou, por descuido, entrando na proposta de alteração da tabela de procedimentos médicos pagos pelo SUS. O absurdo já foi corrigido e não estará mais na lista de preços que, na próxima semana, será apresentada para a comissão integrada por representantes dos governos federal, estadual e municipal. O secretário adjunto da Assistênica à Saúde do Ministério da Saúde, Roberto Magalhães, ignora o autor da sugestão.
Cartelização
BRASÍLIA - O presidente em exercício do Comitê de Integração das Entidades Fechadas de Assistência à Saúde (Ciefas), Joilson Rodrigues Ferreira, denunciou ontem ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) que diferentes laboratórios farmacêuticos estão cobrando preços uniformes pelos medicamentos usados nos hospitais. Os laboratórios estariam trabalhando com uma tabela de preços, chamada de Guia Farmacêutico Brasíndice, que, na opinião de Ferreira, carteliza o setor.





