Nos presídios do Rio, contrabando de aparelhos
Rio- As autoridades de segurança do Rio ainda enfrentam o ''contrabando'' de celulares para os presídios. Varreduras diárias são feitas nas prisões em busca dos aparelhos, mas não impedem que crimes sejam ordenados da cadeia ou que sejam feitos pedidos de resgate para falsos sequestros. O secretário de Administração Penitenciária, Astério Pereira dos Santos, baixou portaria em que proíbe os agentes de portarem celulares ou rádios Nextel. Ele defende que seja tipificado como crime levar aparelhos para as cadeias e que os presos tenham a pena aumentada se forem flagrados com celulares.
A medida que mais tem surtido efeito é a escuta telefônica. O Serviço de Inteligência monitora ininterruptamente as conversas de presos. Em alguns casos, eles são flagrados planejando crimes e invasões a favelas rivais.(A.E.)





