São pau­lo - O Con­se­lho Fe­de­ral de Far­má­cia (CFF) pu­bli­cou no ‘‘Diá­rio ­Oficial’’ da ­União a re­so­lu­ção que de­fi­ne a atua­ção do far­ma­cêu­ti­co no exer­cí­cio da acu­pun­tu­ra. A prá­ti­ca pas­sou a ser re­co­nhe­ci­da co­mo es­pe­cia­li­da­de nas ­áreas de far­má­cia, en­fer­ma­gem, fi­sio­te­ra­pia e me­di­ci­na. As in­for­ma­ções são da Agên­cia Bra­sil.
  Nas ­áreas de bio­me­di­ci­na, fo­noau­dio­lo­gia e psi­co­lo­gia, os pro­fis­sio­nais já ­usam os prin­cí­pios da acu­pun­tu­ra co­mo re­cur­so com­ple­men­tar. De acor­do com a re­so­lu­ção, o far­ma­cêu­ti­co de­ve­rá se­guir as téc­ni­cas es­pe­cí­fi­cas pa­dro­ni­za­das e re­co­men­da­das pe­la OMS (Or­ga­ni­za­ção Mun­dial da Saú­de) e pe­la prá­ti­ca da Me­di­ci­na Tra­di­cio­nal Chi­ne­sa no âm­bi­to da acu­pun­tu­ra.
  As re­gras va­lem pa­ra as prá­ti­cas em con­sul­tó­rio, sa­la de acu­pun­tu­ra ou co­mo par­te de equi­pe mul­ti­pro­fis­sio­nal de saú­de em hos­pi­tais, uni­da­des bá­si­cas de saú­de, clí­ni­cas ou en­ti­da­des si­mi­la­res. Pa­ra tan­to, o pro­fis­sio­nal de­ve apre­sen­tar ao res­pec­ti­vo Con­se­lho Re­gio­nal de Far­má­cia o tí­tu­lo, di­plo­ma ou cer­ti­fi­ca­do de con­clu­são de cur­so em ní­vel de pós-gra­dua­ção, ex­pe­di­do por uni­ver­si­da­de, fa­cul­da­de, ins­ti­tui­ção de en­si­no su­pe­rior ou en­ti­da­de de acu­pun­tu­ra re­co­nhe­ci­da pe­lo CFF.

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