Brasília, 25 (AE)- O líder do PFL na Câmara, Inocêncio Oliveira, disse há pouco que se não houver acordo na reunião de líderes com o presidente da Câmara, os governistas vão tentar votar o projeto da Lei de Responsabilidade Fiscal da forma como está. "Não vamos ceder à pressão de prefeitos, de jeito nenhum", disse Oliveira, referindo-se à reivindicação de prefeitos para que a lei passe a vigorar somente no próximo ano, depois das eleições municipais. É fundamental em um ano eleitoral, em que se prevê que vamos ter alguns problemas, por causa do uso da máquina, ter alguma lei que coíba esses abusos"
defendeu o líder do PFL.
Inocêncio Oliveira acredita que dentro do próprio PFL haverá votos contrários à vigência imediata da lei. Os líderes governistas vão tentar, no entanto, atrair os votos da oposição, por se tratar de uma lei que limita os gastos em todos os níveis: federal, estadual e municipal. Inocêncio prevê que o projeto seja aprovado por mais de 330 votos.

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