'Não há como trafegar no trecho', afirma motorista
O motorista Sidney Antonio Fontolan, de Bandeirantes, foi surpreendido pelo protesto, mas não reclamou. Segundo ele, a rodovia apresenta falhas em toda a extensão e o protesto é justo. Não há como trafegar no trecho. A manifestação é válida, disse. O comandante da 2º Cia da Polícia Rodoviária de Londrina, capitão Hélio Oliveira Manoel, confirmou a ausência de manutenção do trecho e disse que a polícia rodoviária está orientado os motoristas para que evitem o trecho. Ele adiantou que a responsabilidade pelo trecho é do governo federal.
O DNIT anunciou que não ajuizou nenhuma ação para desobstrução do trecho porque os manifestantes estão agindo de acordo com seus interesses. O DNIT também justificou que o Ministério dos Transportes autorizou a licitação para contratação de um empresa, mediante carta convite, para realizar uma operação tapa buraco orçada em R$ 150 mil nos próximos 10 dias. A instituição informou que no último dia 6 o órgão também autorizou a licitação para o projeto de restauração do trecho. A direção do órgão atribuiu a demora aos cortes no orçamento e a extinção do Departamento Nacional de Estradas e Rodagem (DNER). O início das obras de restauração está estimado em, pelo menos, 90 dias.





