Não fui chamado para condenar, diz pastor de Beira-Mar
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terça-feira, 19 de março de 2013
Folhapress 
Cascavel - O pastor que incentivou Fernandinho Beira-Mar a iniciar um curso de teologia dentro da prisão disse que "foi chamado para crer, e não para condenar". Segundo Luís Carlos de Magalhães, que é capelão da Pastoral Carcerária Batista, o traficante participa de todos os cultos realizados dentro do presídio federal de Catanduvas (Oeste), onde cumpre pena atualmente.
Beira-Mar também acaba de iniciar um curso de teologia à distância pela Faculdade Teológica Batista do Paraná (FTBP). Após a conclusão do curso, que é reconhecido pelo MEC, ele receberá o título de bacharel em teologia.
Magalhães diz que o traficante mostrou interesse em estudar teologia durante um culto evangélico ministrado por ele na prisão. Sobre uma possível conversão de Beira-Mar à igreja evangélica, o pastor Magalhães afirma que "somente Deus é capaz de conhecer o coração do homem".
Para o capelão, o fato de o criminoso ser hoje um seminarista ligado à Igreja Batista não representa que ele se tornará pastor. "Para ser pastor tem que ser ordenado por uma igreja", afirma. Magalhães realiza cultos uma vez por mês no presídio de segurança máxima de Catanduvas. A próxima celebração será no sábado.


