Aos sete meses de gravidez, Júlia Cristina dos Santos, de 28 anos, passou por cinco médicos até encontrar um que fosse favorável ao parto normal. ‘‘Não quero fazer uma cesariana por comodidade ou por falta de paciência do médico. Vejo muitas grávidas optando pela cesárea para não ter dor’’, afirma.
  Além disso, Júlia fez um ‘‘plano de parto’’ com o médico, deixando claro que não é favorável a procedimentos como a analgesia e a episiotomia (corte feito no períneo para facilitar a saída do bebê) e que deseja ter a filha Isadora o tempo todo junto a ela. ‘‘Estou bem tranqüila porque sei o que vai acontecer’’, diz a futura mamãe, que ainda vai contar com a ajuda de uma doula.
  A francesa Emmanuelle Pot, de 28 anos, entrevistada na 39ªsemana de gestação, quer que o parto do segundo filho seja diferente. Do primeiro, Malo, de um ano e um mês, ela pediu analgesia depois de 12 horas de trabalho de parto. ‘‘Agora acho que vai ser mais fácil, sem analgesia’’, conta a mamãe, que optou pelo parto de cócoras e pelo acompanhamento de uma doula. E só vai saber o sexo do bebê depois que ele nascer. (C.P.)

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