''Não é um bicho de sete cabeças''
A estudante Dayane Botelho Betin, de 17 anos, nunca frequentou o cursinho preparatório para o vestibular. Cursou o ensino médio numa escola particular de Curitiba e passou no primeiro concurso que prestou, para educação física, na Universidade Federal do Paraná (UFPR). O segredo, ela revela, é manter a calma. Não é um bicho de sete cabeças, garante.
Para o calouro Ticiano Augusto Bragatto, 17 anos, a fórmula secreta do sucesso está na preparação ao longo do período escolar. Não adianta estudar na véspera, revela. Ele fez o terceirão (que une o último ano do Ensio Médio ao cursinho) e passou em Engenharia Elétrica na UFPR. O calouro conta que no ano passado prestou o vestibular mesmo sem ter terminado o segundo grau, apenas para se familizarizar. A medida, revela, o ajudou a manter a calma no vestibular desse ano. É preciso ficar tranquilo, ensina.
Mas nem os estudos diários e nem a tranquilidade ajudaram o estudante Tiago Trevisan, de 18 anos a ingressar no curso superior. É preciso ser mágico para passar na UFPR, reclama. Ele diz que estudou o ano inteiro, fazendo cursinho preparatório, para prestar o vestibular de Engenharia Florestal, mas não obteve sucesso este ano. Para ele, as escolas deveriam preparar mais durante o período que antecede o vestibular, mas não é o que ocorre. Agora é relaxar e tentar novamente no próximo ano.





