A Receita Federal e a Polícia Federal resolveram tomar uma nova medida para dificultar o contrabando na fronteira entre o Brasil e o Paraguai. Começa este mês a construção de um muro com 1,5 quilômetro de extensão e 3 metros de altura, perpendicular ao Rio Paraná. A barreira deve ficar pronta em julho e terá, no alto, uma concertina, tela circular usada em presídios. Segundo a auditora da Receita Federal em Foz do Iguaçu, Cristiane Larcher, a estratégia é evitar que cigarreiros e os demais contrabandistas cheguem próximo ao Rio Paraná para apanhar as mercadorias arremessadas do lado paraguaio. Cristiane Larcher admite, no entanto, que o problema do contrabando não será solucionado totalmente com a construção do muro. Além do muro, a Receita Federal, juntamente com as polícias Federal e Rodoviária Federal, vai intensificar a fiscalização em outras áreas da fronteira, como hotéis que servem de depósito de mercadorias, estradas rurais e ainda a nova rota do contrabando pela cidade de Guairá, também no Paraná. Depois de receber críticas pela construção do muro, o Ministério da Fazenda divulgou nota na qual ressalta os objetivos de construção do muro e nega qualquer intenção de separar os dois países.

São mercadorias estrangeiras, ilegais, proibidas que entram no território nacional.

É o principal formador da Bacia do Prata, sendo também o décimo maior do mundo em descarga, e o quarto em área de drenagem. De sua nascente, no planalto central, até a foz, no estuário do Prata, percorre 4.695 km. Em território brasileiro, drena uma área de 891.000 quilômetros quadrados.

O Programa Folha Cidadania tem como objetivo criar o hábito de leitura entre os jovens.

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