Museu tem objetos engolidos por pacientes
Tasso Marcelo/AERio O ex-integrante do conjunto Polegar Rafael Ilha Pereira não é o único que engole coisas estranhas. O número de objetos retirados de pacientes levou a direção do Hospital Municipal Souza Aguiar a conservar no Museu da Saúde as peças extraídas. Há de escudo de time de futebol a pregos, apitos e até caroço de manga. ‘‘As pessoas só não engolem aquilo que não passa pela garganta’’, disse o otorrino Ricardo Barbosa Nogueirol, há 25 anos no Souza Aguiar. Um dos objetos mais curiosos do acervo é um escudo do Fluminense (foto). Ele foi ingerido depois de uma aposta entre um flamenguista e um tricolor, durante um clássico Fla-Flu: o torcedor do time derrotado deveria engolir o escudo do próprio clube. O torcedor tricolor obrigou o filho de três anos a ingerir o emblema.

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