Depois do ciclone, cheias castigam Moçambique




O ciclone Eline deixou Moçambique ontem, mas as enchentes causadas pelo fenômeno natural e suas conseqüências continuam castigando o país. O ataque de milhões de mosquitos, que procuram as águas paradas e disseminam a malária, demonstra que a miséria moçambicana está longe do fim. Em todo o país, mais de 300 mil estão privadas de comida e água potável, e 77 pessoas morreram e 211 mil perderam suas casas.

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