O médico Moacir Costa ressalta que a falta de comunicação entre o casal torna a resolução do problema mais difícil e distante. Ele explica que é comum o homem atingido na sua auto-estima pela dificuldade de ereção se retrair socialmente. ''Se ele bebe, passa a beber mais, se come muito, a comer mais, e a diminuição do romance traz o afastamento do casal e brigas'', afirma.
No grupo de mulheres cujos parceiros são usários de medicamentos, o levantamento mostra um maior envolvimento delas na busca por tratamento - 17% das mulheres afirmaram ter ido ao médico junto com o parceiro, 15% conversaram com o parceiro e depois procuraram um médico e 15% foram ao médico e depois conversaram com o parceiro.
Costa ressalta que para utilizar algum dos medicamentos disponíveis para tratamento da disfunção erétil, Viagra (Pfizer), Cialis (Lilly) ou Levitra (Bayer), é importante sempre consultar um médico. ''É só ele que pode avaliar o estado de saúde geral do paciente e indicar o melhor tratamento''. O alerta é importante principalmente no caso de pacientes que usam nitratos para tratar males cardíacos e têm contra-indicação no uso de estimulantes sexuais por causa do risco à saúde. O uso indevido por jovens também pode causar reações adversas e problemas futuros de ereção.

A jornalista viajou à São Paulo a convite do laboratório Lilly.

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