Mulheres enfrentam risco maior de problemas cardíacos
PUBLICAÇÃO
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
Agência Graffo 
Estudos recentes da Associação Americana do Coração (AHA), constataram que o sexo feminino é mesmo mais frágil. O índice de doenças cardiovasculares e diabetes, principalmente do tipo 2, no qual o organismo não produz insulina ou não a utiliza adequadamente, é cada vez maior nas mulheres.
As principais causas de óbitos das brasileiras, de acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), são infartos e acidentes vasculares cerebrais (AVC, também conhecido como derrame). Só em 2005, foram 134 mil mortes, segundo dados do Ministério da Saúde.
Outros problemas apontados são o tabagismo, o sedentarismo, doenças arteriais e a síndrome metabólica, entre outros. Apesar de a mulher realizar muitas atividades diárias, cuidando da casa, dos filhos e trabalhando fora, o sedentarismo é mais frequente entre elas. Isso aumenta os riscos de desenvolver a osteoporose e também doenças cardiovasculares.
Entre os fumantes, o risco de infarto é de cinco a nove vezes maior nas mulheres, podendo ser potencializado quando há consumo de anticoncepcional. O medo de engordar também atrapalha o sexo feminino a parar de fumar. Nesses casos, os homens obtêm maior sucesso. Além dos riscos de desenvolver doenças, o cigarro envelhece, deixa a pele mais enrugada, os cabelos e unhas ficam mais fracos, amarelam os dentes e prejudicam o hálito.


