Araçatuba, SP - A polícia de Agudos, a 323 quilômetros de São Paulo, prendeu anteontem a ajudante-geral Tatiane Pereira, de 23 anos, acusada de matar asfixiada e queimar a própria filha recém-nascida, num crime que chocou a cidade. Para esconder o bebê do marido, que tinha passado por vasectomia, Tatiane colocou a criança, com cinco dias de vida, em sacos plásticos e, dois dias depois, queimou os sacos numa fogueira feita no quintal de sua casa, onde os policiais encontraram ontem os ossos do bebê. Outras partes da criança, não atingidas pelo fogo, foram encontradas no lixão da cidade. Denunciada por vizinhos, que chamaram a polícia, Tatiane confessou o crime e foi presa por infanticídio e ocultação de cadáver.

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