São Paulo - As impressões digitais encontradas em duas xícaras pelos peritos do Instituto de Criminalística poderão levar os policiais do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) a identificar o autor ou os autores do assassinato de Rosana Raimundo Pierre, de 53 anos. Ela foi encontrada morta quinta-feira, num apartamento do condomínio Central Park Lapa, na zona oeste de São Paulo. O corpo estava sobre a cama. Tinha os olhos vendados, as mãos e as pernas amarradas, o rosto coberto pelo travesseiro e 12 perfurações de faca. No apartamento, não havia sinais de arrombamento. Os policiais acreditam que Rosana conhecia o assassino ou os assassinos.

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