Mulher de coronel declara-se culpada de contrabando
Nova York, 28 (AE-ANSA) - Laurie Ann Hiett, mulher de um chefe militar norte-americano encarregado de operações antidrogas em Bogotá, declarou-se hoje (28) culpada de haver contrabandeado drogas a Nova York e disse que seu marido não estava a par de um plano para introduzir heroína nos Estados Unidos.
Hiett, de 36 anos, que está livre sob fiança, afirmou à imprensa que "nunca disse nada a meu marido sobre o que eu estava fazendo". O promotor federal do Brooklyn, Lee Dunst, pediu contra Hiett uma condenação de nove anos de prisão. A sentença será ditada em 28 de abril pela juíza Marilyn Go.
O coronel do exército norte-americano James Hiett comandava a embaixada dos Estados Unidos em Bogotá, uma unidade de 200 homens com orçamento de US$ 250 milhões anuais para a luta antidrogas. As investigações descobriram que ele não participou do contrabando, mas sua tranferência foi solicitada por autoridades.
Além de ter se declarado culpada, Hiett disse à juíza Go que ela havia enviado seis pacotes de cocaína de Bogotá a Nova York. Os exames de dois dos seis pacotes revelaram que continham heroína.
Hiett continua vivendo com seu marido e seus dois filhos.





