O cenário atual da Estrada do Colono é bem diferente de um ano atrás, quando cerca de 800 carros, motos, ônibus de sacoleiros, caminhões e carretas trafegavam diariamente pelos 17,6 quilômetros que cortavam a floresta. O barulho e a fumaça dos veículos deram lugar para o cheiro da mata e o canto dos pássaros.
O reflorestamento já é uma realidade no percurso, com o plantio mudas de árvores nativas, como ipê e ingá. As árvores estão com em média um metro de altura e o mato rasteiro tomou conta do trecho. As valetas continuam abertas como precaução, para impedir a entrada de veículos.
Segundo os vigias do portão de entrada, é possível ver pássaros como tucanos, pombas, além de cotias, lagartos e tatus passeando pelo local.
A segurança do antigo portão de entrada, em Serranópolis, hoje é ocupada por casa de alvenaria onde moram os três vigias da Sentinela Vigilância, empresa de Cascavel responsável por proibir a entrada de estranhos na reserva, considerada pela Unesco Patrimônio Natural da Humanidade (A.P.).

mockup