As mu­dan­ças na for­ma do diag­nós­ti­co, por sua vez, fo­ram fei­tas pa­ra dar ­maior agi­li­da­de ao pro­ces­so e re­du­zir o des­per­dí­cio de ­kits. De acor­do com o mi­nis­tro da Saú­de, Jo­sé Go­mes Tem­po­rão, a Or­ga­ni­za­ção Mun­dial de Saú­de (OMS) es­tu­da tam­bém fa­zer al­te­ra­ções das re­co­men­da­ções glo­bais, jus­ta­men­te por con­ta do au­men­to do nú­me­ro de ca­sos e da ex­pan­são da doen­ça pe­lo mun­do. ‘‘Na­da do que fa­ze­mos es­tá fo­ra do que di­zem os pro­to­co­los, as evi­dên­cias cien­tí­fi­cas.’’
  Ao anun­ciar as me­di­das e os no­vos nú­me­ros, Tem­po­rão fez ques­tão de tra­zer men­sa­gens de cal­ma à po­pu­la­ção. Lem­brou que a mor­ta­li­da­de da doen­ça é bai­xa (0,4%), que o ví­rus por en­quan­to não apre­sen­tou mu­ta­ção. ‘‘Ela não é ­mais gra­ve que a gri­pe ­comum’’, ga­ran­tiu. Ele ob­ser­vou ain­da que, ape­sar do au­men­to do nú­me­ro de ca­sos, não há trans­mis­são sus­ten­ta­da da doen­ça no Bra­sil.
  O mi­nis­tro afir­mou que ­acha ‘‘cu­rio­so o cer­to ­frisson’’ ge­ra­do pe­la re­co­men­da­ção do go­ver­no, nes­ta se­ma­na, pa­ra que bra­si­lei­ros em gru­pos de ris­co ­adiem ­suas via­gens pa­ra paí­ses com trans­mis­são con­ti­nua­da da gri­pe, co­mo Chi­le e Ar­gen­ti­na. Na ter­ça-fei­ra, o mi­nis­tro re­co­men­dou o adia­men­to de via­gens pa­ra os ­dois paí­ses da Amé­ri­ca do Sul. (Fo­lha­press)

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