O horário de verão começou à meia-noite do último domingo e se estenderá até 19 de fevereiro. Os relógios estão adiantados em uma hora nos estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. O Ministério de Minas e Energia calcula que, no período de vigência do novo horário, haverá uma economia de energia de 2.340 megawatts (MW), o que equivale a uma redução de 4% a 5% no consumo dessas regiões. No ano passado, a economia de energia foi semelhante, de 2.387 MW.
O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) estima que, somente nas regiões Centro-Oeste e Sudeste, haverá uma economia de 1.800 MW durante o horário de verão, o equivalente às demandas, somadas, da região metropolitana de Belo Horizonte e de uma cidade como Florianópolis. No Sul, a economia deverá ser de 540 MW.
Além de poupar energia, o horário de verão tem como objetivo reduzir os riscos de eventuais sobrecargas nos horários de pico de consumo - entre 19 e 22 horas. A idéia básica do horário de verão – praticado no País pela primeira vez em 1932 – é aproveitar mais a iluminação solar, que é mais intensa nesta época do ano, reduzindo a demanda por energia no fim da tarde.

Santos Dumont idealizou o primeiro relógio de pulso. Ele precisava de um relógio que estivesse facilmente ao seu alcance para medir com exatidão o tempo durante um vôo. Os relógios de bolso eram muito difíceis de serem manuseados durante manobras aéreas. Ele encomendou à relojoaria francesa Cartier um modelo mais fácil de usar. E, em 1904, surgia o relógio de pulso.

Durante as guerras mundiais também foi adotado o horário de verão, com finalidades econômicas. O primeiro país a adotá-lo foi a Alemanha, em 1916. Esse horário foi adotado 11 vezes entre 1931 e 1968, em toda a Europa, de forma descontinuada, voltando depois em 1985, e a partir daí em todos os anos até hoje.

O Programa Folha Cidadania tem como objetivo criar o hábito de leitura entre os jovens.

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