Agência Estado
Cerca de 80 integrantes do MST do Pontal do Paranapanema começam hoje uma vigília em frente da Superintendência do Banco do Brasil de Presidente Prudente. O protesto é contra as prisões de sem-terra em São Paulo e no Paraná, o programa de reforma agrária Novo Mundo Rural e o programa neoliberal do governo Fernando Henrique Cardoso.
O movimento denuncia a burocracia do Banco do Brasil que, segundo nota do MST, ‘‘é um dos responsáveis pela grave crise social, de desemprego, de miséria e de fome porque passa o povo brasileiro’’. O documento acusa o governador do Paraná de ser neonazista e responsabiliza o governador Mário Covas pelas prisões de trabalhadores no estado. Na nota, o MST afirma que os sem-terra são obrigados a esperar a boa vontade do Banco do Brasil para liberar recursos já autorizados pelo governo federal. Segundo o documento ‘‘o tempo não espera a vontade do lavrador para plantar’’.

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