Marília, SP, 09 (AE) - Cerca de 80 integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) do Pontal do Paranapanema começam nesta quinta-feira uma vigília em frente a Superintendência do Banco do Brasil de Presidente Prudente. O protesto é contra as prisões de sem-terra em São Paulo e no Paraná, o programa de reforma agrária Novo Mundo Rural e o programa neoliberal do governo Fernando Henrique Cardoso.
E para denunciar a burocracia do Banco do Brasil que, segundo nota do MST, "é um dos responsáveis pela grave crise social, de desemprego, de miséria e de fome porque passa o povo brasileiro".O documento acusa o governador do Paraná de ser neonazista e responsabiliza o governador Mário Covas pelas prisões de trabalhadores no estado. Na nota, o MST afirma que os sem-terra são obrigados a esperar a boa vontade do Banco do Brasil para liberar recursos já autorizados pelo governo federal. Segundo o documento "o tempo não espera a vontade do lavrador para plantar".

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