Manaus- O Ministério Público do Estado do Amazonas deve investigar denúncia envolvendo a compra de U$S 6 milhões em medicamentos, em 2002, pelo governo estadual, na administração Amazonino Mendes (PFL). De acordo com o atual governo não há documentos que comprovem o uso de U$S 500 mil. Além disso, teria sido uma compra em volume excessivo, suficiente para décadas. ‘‘Foi uma compra criminosa’’, de desperdício, segundo o secretário de Saúde do Estado, Wilson Alecrim. Ele cita o fato de se adquirir 8 mil frascos de Salbutamol, remédio para a asma, suficientes para 49 anos. Mas com validade para três anos.
  O ‘‘Correio Amazonense’’ publicou reportagem de que remédios dentro do prazo de validade estariam sendo queimados porque as caixas teriam um ‘‘A’’, de Amazonino Mendes, a logomarca do governo anterior. O secretário negou. ‘‘Foram incineradas seis toneladas de medicamentos vencidos, comprados no governo anterior’’, afirmou.

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