São paulo, 19 (AE) - O Ministério Público pediu hoje a condenação, com pena acima da média prevista na lei, de 17 pessoas (2 ambulantes e 15 funcionários municipais), acusadas de participar da arrecadação de propina de camelôs na Rua Santa Ifigênia, da AR-Sé, controlada pelo então vereador Hanna Garib.
Nas alegações finais do processo, encaminhado para a 4.ª Vara Criminal, a promotoria destaca os crimes de concussão (exigir, em razão de cargo ou função, vantagem indevida) e formação de quadrilha. A sentença deve sair em 20 dias.
"Pedimos pena acima da média por se tratar de crime de repulsa social e porque os réus distanciaram-se da moralidade que deve reger os agentes públicos", afirmou o promotor Roberto Porto, do Grupo de Atuação Especial e Repressão ao Crime Organizado (Gaeco).

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