Londrina – O Ministério Público (MP) do Paraná admite prejuízos aos trabalhos do Grupo de Atuação e Combate ao Crime Organizado (Gaeco) em Londrina por conta da falta de nomeação de um novo delegado. Desde da última semana, o órgão está sem uma chefia após a transferência do delegado Alan Flore para a Divisão Estadual de Narcóticos (Denarc).
"Evidentemente que há um prejuízo para o serviço. Mas sabemos também que existe uma falta de delegados no Estado e isso gera uma certa demora para uma substituição. Esperamos que aconteça o mais rápido possível", ressaltou o coordenador do Gaeco no Paraná, Leonir Batisti.
De acordo com Batisti, o MP já indicou um novo nome à Secretária de Estado da Segurança Pública (Sesp) e aguarda aprovação por parte do secretário estadual, Cid Vasques, e do delegado-geral da Polícia Civil, Riad Braga Farhat.
"Prefiro, por enquanto, não adiantar o nome do indicado, mas é um delegado que já trabalha em Londrina", afirmou o coordenador do Gaeco.
A Sesp informou que ainda não foi designado o nome do novo delegado do Gaeco, que este processo leva um tempo para ser concluído e que não há previsão para a nomeação.
O anúncio de Alan Flore como novo comandante da Denarc foi feito no dia 29 de julho, na mesma data em que Riad Braga assumiu a Polícia Civil.

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