Servidores do INSS em Foz do Iguaçu aderiram ontem à greve da categoria. O posto de atendimento permaneceu fechado, com uma faixa alertando sobre a paralisação. Segundo o representante do SindiPrev, Paulo César Weber, o movimento seguirá os indicativos da direção nacional. ''Durante sete anos, o funcionalismo teve uma paciência oriental, mas chegamos no limite'', frisou, se referindo as perdas salariais acumuladas no governo FHC.

A adesão da classe atingiu a maioria dos 23 funcionários, porém os ocupantes de cargos de chefia trabalharam normalmente. A greve deixou cerca de 180 pessoas sem atendimento - número correspondente à média diária de procura. O único serviço direcionado ao público foi a realização de perícias médicas, 29 no total.

Estão em greve no Estado as seis de Curitiba, as três de Londrina, Apucarana, Arapongas, Campo Mourão, Cascavel, Foz do Iguaçu, Guarapuava, Jaguariaíva, Maringá, Paranavaí, Pato Branco, Realeza, Rolândia e União da Vitória. Os servidores de Umuarama iriam realizar uma assembléia ontem para decidir sobre a adesão. As agências de Ponta Grossa e Toledo vão fechar a partir de segunda-feira.

Por causa da paralisação, o atendimento ao público está prejudicado. De acordo com a assessoria de imprensa do INSS, só estão sendo mantidas atividades para não deixar os aposentados sem receber a pensão, e realizadas perícias médicas pré-agendadas.

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