''Por enquanto, na UEL estamos só fazendo um movimento de alerta, como está acontecendo nas universidades de Maringá, Cascavel e Guarapuava. O projeto de PCCS está no governo tem mais de um ano. O governo disse que mandaria para a votação na Assembléia Legislativa em março, mas ainda está engavetado'', disse o presidente da Associação dos Servidores Técnico-Admistrativos da Universidade Estadual de Londrna (Assuel), Itamar André Rodrigues do Nascimento.
A panfletagem marcou ontem o dia de mobilização das instituições estaduais de ensino superior pela reposição salarial e implantação do Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS).
O presidente da Assuel disse que a categoria está mobilizada para garantir o pagamento dos adicionais de insalubridade e periculosidade, de 20 a 40% sobre o salário mínimo e de 1/3 do salário do servidor, respectivamente.
''Setores como o Departamento de Química já sofreram esses cortes. Também tem ameaça de cortar o dos funionários do Restaurante Universitário, creche e serviços gerais'', afirma Nascimento. Os servidores também estão saindo em defesa de outros benefícios, como recesso de fim de ano, licença prêmio, carga horária de 36 horas e café da manhã.

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